No dia 8 de março de 1857, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, 129 operárias de uma fábrica de tecidos morreram queimadas durante uma manifestação. Elas pediam a redução da jornada de trabalho de 14 para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade, ou seja, licença um mês antes ou a partir da data do parto.
Por isso, desde 1975, a ONU dedicou o dia 8 de março à luta das mulheres pela igualdade de direitos em relação aos homens.
Com o passar do tempo, elas têm alcançado muitas vitórias e conquistado direitos como o de freqüentar escolas, votar e se candidatar a cargos políticos, praticar esportes e representar o país em competições esportivas, entre outros. Também foram criadas delegacias de proteção à mulher e campanhas direcionadas à saúde da mulher.